Ser “foca”

Por mais estranho que possa parecer, descobri que sou uma “foca”. Para quem não entende, o termo “foca” refere-se ao jornalista recém-formado, ou recém inserido no mercado. Quem convive comigo já está sabendo que estou fazendo estágio na redação de uma rádio em Belo Horizonte. Nossa, que aula! Estou aprendendo muito! Cada dia mais tenho certeza que amo esta profissão e que ainda é possível fazer o VERDADEIRO JORNALISMO. Como jornalista em formação (pois estou no 4º período ainda), há diversos momentos que me sinto uma criança sem saber que atitude tomar. Paro, respiro, penso – bem rapidamente, porque não dá tempo pra ficar “viajando”- e tomo a decisão. É impressionante, acho que estou viciada em notícia! Meu Deus, será que isso tem cura? Tudo, tudo que vejo penso: “Será que isso dá uma boa pauta?”
Antes de começar o estágio em 15 de outubro, não imaginei que fosse gostar tanto de ser “foca”. Mas claro, não quero ser “foca” pra sempre. Quero ser fera ainda como pessoas que admiro muito. Deus me deu a honra de trabalhar por esse período ao lado de alguns deles lá na rádio. Parece que ainda não acordei, já estou trabalhando em uma redação! São apenas 4 horas intensas, proveitosas, que enriquecem meus conhecimentos.
Sem romantismo ou coisas do tipo, conheço as dificuldades da área, principalmente, relacionadas a emprego. Mas o profissional que realmente busca conhecimento, especialização e não desiste diante dos “PRIMEIROS” obstáculos, sempre vence! Não desistirei fácil.
Hoje li um artigo muito interessante contando a experiência de ser “foca” que foi publicado no Observatório da Imprensa e deixo o link aqui para quem tenha interesse no texto do jornalista Henrique Carlos, chamado: Retrato do repórter quando foca **
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Lei propõe fim de carência em planos de saúde no O Estado RJ

Esta é minha nova matéria postada no site do Jornal O ESTADO RJ.

Lei propõe fim de carência em planos de saúde

No entanto, deputado já assegura que ela será rejeitada no Congresso Nacional
Por Elisandra Amâncio
de Belo Horizonte (MG)

O Brasil possui atualmente cerca de 40 milhões de usuários de planos de saúde. Alguns desses pacientes enfrentam dificuldades quando necessitam de cuidados médicos antes do término das carências exigidas em contrato. Uma emenda à lei que proíbe prazos de carência ao contratar planos e seguros de saúde está para ser votado na Câmara dos Deputados. A proposta de lei (PL nº. 1942/2007) que já está na Comissão de Seguridade Social e Família, de autoria do deputado federal Beto Faro (PT-PA), pretende alterar a lei nº. 9.656, em vigor desde 1998 que regulamenta o uso de prazos para carências.

O auxiliar de produção Fábio Pereira, 26 anos, contratou um convênio particular e enfrentou alguns transtornos antes do término dos prazos estabelecidos pela prestadora de serviços. “Comecei a sentir fortes dores no peito e não consegui ser atendido”, relata. Fábio optou por não ir ao médico e esperar a liberação da empresa para consultas e exames. Ele concorda que teve sorte, pois não sofreu danos nocivos a saúde.

Já a enfermeira aposentada Edna Martins, 57 anos, não teve contratempos por causa de carências pré-estabelecidas. “Tive que fazer uma cirurgia, mas não tive problemas porque o prazo exigido pela empresa já havia expirado”, diz.

Segundo o deputado federal Ribamar Alves (PSB-MA), a PL está anexada a PL 4076/2001 e como todas as propostas de lei, será analisada na ordem em que foi protocolada. Ribamar diz que o projeto de lei será rejeitado pela comissão da Câmara Federal. “Será feito um relatório rejeitando e devolvendo a PL 1942/2007 até novembro”, declara.

Ainda de acordo com deputado, a proposta é inviável e está em desacordo com o que foi discutido na CPI dos Planos de Saúde em 2003. Ele explica que as prestadoras responsáveis pelos planos de saúde não têm condições de assumir despesas iniciais com usuários que façam planos de saúde para resolver apenas questões momentâneas. As regularidades e irregularidades existentes no setor de saúde privado e as mudanças necessárias foram analisados em 2003. “O atendimento para a saúde pública, através do Sistema Único de Saúde (SUS) deve ser imediato e atender casos urgentes, e isso não é função do setor de saúde privada”, afirma.

O deputado ainda explica que se as empresas de saúde privada deixarem de existir, o SUS não terá como suprir a demanda e absorver a migração de novos pacientes. Ribamar Alves foi relator das propostas de lei que regulamentam e proíbem a variação de preços dos planos de saúde por faixa etária e a inclusão de consultas e exames preventivos na cobertura de convênios.

Duas empresas que oferecem planos de saúde foram procuradas pela reportagem d’O Estado RJ. A Unimed-BH através de sua Assessoria de Comunicação, divulgou nota dizendo que “prefere não se manifestar enquanto não houver definição de qual será de fato a decisão”. Em São Paulo, a Amil informou através de seu assessor de comunicação, Renner Cardoso, que não vai se manifestar sobre o assunto devido a questões internas não relacionadas a este assunto.

Notícia Postada em 28/10/2007 por: Elisandra Amâncio

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MATÉRIA POSTADA NO O ESTADO RJ – 06/10/2007

Mestre da arquitetura completa 100 anos
Oscar Niemeyer recebe homenagens em todo país pelo seu centenário
Foto: Elisandra Amâncio

Por Elisandra Amâncio
de Belo Horizonte (MG)

Oscar Niemeyer completa 100 anos no próximo 15 de dezembro e ao longo deste ano acontece em todo o país diversas mostras, exposições e homenagens ao centenário do mestre da arquitetura brasileira. Niemeyer influenciou a arquitetura moderna mundial, possui obras em diversos países como a Mesquita de Argel na Argélia, a Casa da Cultura na França, o Pavilhão Hide Park na Inglaterra, o Parque Aquático de Postdam em Brandemburgo na Alemanha e ainda no Brasil obras consagradas como na cidade de Brasília (Congresso Nacional, Palácio da Alvorada, Palácio do Itamaraty), entre tantas outras.

Em Belo Horizonte, o arquiteto foi o responsável pela arquitetura do complexo da Pampulha. A capital mineira é considerada o berço dos trabalhos de Niemeyer. O conjunto é composto pela Igreja de São Francisco de Assis, conhecida como Igrejinha da Pampulha; o prédio do Cassino, hoje Museu de Arte da Pampulha; O Iate Clube e a Casa do Baile. São locais que recebem milhares de turistas todos os anos.

Uma das exposições parte do calendário de homenagens ao Niemeyer aconteceu em Belo Horizonte até meados de setembro. “Oscar Niemeyer, Arquiteto, Brasileiro, Cidadão” abrigou galerias do Palácio das Artes e do Museu de Arte da Pampulha. Além de conhecer as mais importantes obras do arquiteto, o visitante contou com o auxílio de monitores que realizaram oficinas e visitas orientadas. André da Silva, educador e que foi monitor da exposição, conta que incentivou os visitantes a parar em frente a cada obra e fazer sua própria análise. “Entender o que o arquiteto tentou dizer, em fases diferentes de sua obra, é o grande desafio”, ressalta André.

Para o enfermeiro Lucas Melo o que chama a atenção nos trabalhos do centenário arquiteto é o seu estilo, tão conhecido pela utilização de curvas. “É interessante porque Niemeyer não fez apenas algumas obras simbólicas, cada uma traz em si as ideologias dele”, relata. Lucas destaca ainda que a cidade de Belo Horizonte tem a cara do arquiteto e sua modernidade arquitetônica.

Já o professor de Geografia, Carlos Viana, fez questão de levar seus alunos para conhecer o trabalho do arquiteto. No entanto, ele acha que, embora as obras sejam belas e interessantes, Niemeyer desperdiça espaços que poderiam ser mais bem aproveitados.

Uma das mais famosas frases de Oscar Niemeyer transmite o sentimento, a inspiração, a poesia de quem levou para arquitetura tudo o que viu nas paisagens brasileiras. “Não é o ângulo reto que me atrai. Nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual. A curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, nas nuvens do céu, no corpo da mulher preferida”, define o arquiteto.

A mostra vai agora para outras capitais brasileiras. As próximas cidades a privilegiar os trabalhos do mais famoso arquiteto brasileiro são Rio de Janeiro (MAC-Niterói), Curitiba (MON – Museu Oscar Niemeyer) e Brasília (Museu Nacional do Conjunto Cultural da República).

Notícia Postada em 06/10/2007 por: Elisandra Amâncio

LINK DA MATÉRIA: http://www.oestadorj.com.br/?pg=noticia&id=775

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MATÉRIA POSTADA NO O ESTADO RJ – 30/09/2007

Como a inflação interfere no seu dia-a-dia
Veja e entenda como a taxa de juros anda se comportando
Por Elisandra Amâncio
de Belo Horizonte (MG)

Geralmente a população não compreende a discussão que envolve o Banco Central e os economistas. No entanto, suas decisões interferem diretamente no cotidiano de toda a sociedade brasileira. O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) se reúne periodicamente para discutir a situação macroeconômica do Brasil. Nessas reuniões são definidas, por exemplo, a alíquota da taxa de juros do país, a taxa Selic. Por isso, todo aquele que tem amor pelo seu dinheiro deve ficar atento.

O matemático Francisco Alves conta que era tesoureiro de uma grande empreiteira na década de 90. Nessa época, dependendo do tipo de aplicação que fazia, quase duplicava seu capital por mês de investimento. “Comprei minha casa própria, meu carro e uma moto”, relata.

Para Francisco, a situação atual é bem diferente. Após ficar desempregado, resolveu comprar um veículo para transporte escolar e começou a trabalhar por conta própria. Hoje com três veículos, emprega dois funcionários, mas diz que há nove anos presta serviços em escolas e conseguiu comprar apenas um veículo novo nesse tempo. “Acompanho a taxa Selic e sei que isso interfere diretamente na minha vida”, declara o matemático.

A taxa Selic, que significa Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, é o instrumento primário de política monetária do Copom. Essa taxa está diretamente relacionada aos financiamentos diários entre bancos e demais instituições credenciadas. Pelo Selic é possível calcular a média dos juros que o governo paga aos bancos. Essa média, que é a Taxa Over-Selic, serve de referência para o cálculo de todas as outras taxas de juros do país. Cabe ao Banco Central fiscalizar se a taxa está realmente sendo aplicada.

De acordo com levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a inflação em setembro foi de 1,29% contra 0,98% em agosto. Apesar do aumento, ela permaneceu na faixa esperada pelos economistas. No entanto, para continuar freando seu crescimento, a Selic deverá permanecer em torno de 11,25% a.a (ao ano).

Segundo o matemático, isso é um dado positivo. “Se o Banco Central desestimular as aplicações financeiras mantendo a mesma taxa, há possibilidade de os ricos investirem em seus próprios negócios fazendo o dinheiro circular no país”, acrescenta.

Notícia Postada em 30/09/2007 por: Elisandra Amâncio

link da matéria: http://www.oestadorj.com.br/?pg=noticia&id=769

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Gestão de Conteúdo WEB

Curso em BH ensina práticas em Gestão de Conteúdo WebNum formato inovador, o Comunique-se promove em Belo Horizonte o workshop Gestão de Conteúdo Web, no qual o participante aprimorará seus conhecimentos em redação para web e, principalmente, em técnicas de administração de um site cujo conteúdo tenha caráter jornalístico. Com 18 horas/aula de duração, o curso será realizado em três sábados, nos dias 27 de outubro, 10 e 17 de novembro, das 9h às 16h, à Av. Mármore, 206, sala 4, Santa Tereza, na capital mineira.

O conteúdo programático abordará aspectos de redação, assessoria de imprensa e, adicionalmente, conceitos de marketing, como interatividade e comunidades online, novas mídias, web standards, RSS, recursos multimídia, o jornalismo na era da Web 2.0, os blogs jornalísticos e o jornalismo participativo entre outros.
As aulas serão dadas por professores atuando em sala de aula e via webcast (videoconferência na internet)
em Belo Horizonte, São Paulo e Porto Alegre, simultaneamente. Entre uma aula e outra, o participante faz exercícios, que serão avaliados em sala de aula.
O curso será ministrado pelos jornalistas André Rosa, ex-subeditor da Gazeta Esportiva.Net, João de Castro Lima César, especialista em jornalismo online e marketing, e Cassio Politi, ombudsman do Comunique-se.
A inscrição deve ser feita no site www.escoladecomunicacao.com.br/inscricao. O valor do curso, cujo pagamento pode ser efetuado de duas maneiras (1ª parcela com boleto bancário e demais com cheque pré-datado ou parcelamento com cartão de crédito), varia entre uma parcela de R$ 255,00 ou em seis vezes de R$ 47,00. O participante receberá um certificado de Curso de Extensão Curricular. Outras informações pelos telefones (11) 3897-0860 e (31) 3461-8925.
Assessoria de Imprensa2 Comunicação & MarketingJuliano Azevedojuliano@2inc.com.br
(31) 3461-8925 / 8612-0597

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Colaborando no Jornal online O ESTADO RJ

Na última semana comecei a trabalhar como colaboradora correspondente do Jornal online “O ESTADO RJ“. Este Jornal propõe um jornalismo mais simples, temas cotidianos e linguagem fácil. Como diz a frase da Suely Caldas: “Se o leitor não entendeu o que leu, é porque o jornalista não cumpriu sua função básica de informar.” Minha primeira matéria que está no ar é sobre economia. O título é “Como a inflação interfere no seu dia-a-dia. Leiam e deixem seus comentários.
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Jornalismo Econômico

Se você, como eu, tem uma “quedinha” por jornalismo econômico sugiro a leitura do livro “Jornalismo Econômico” de Suely Caldas. Ainda estou lendo o livro, mas já aprendi muito com esta leitura.

Uma das frases mais impactantes que li diz:

“Se o leitor não entendeu o que leu, é porque o jornalista não cumpriu sua função básica de informar.” Suely Caldas

É ou não é hora de repensar o jornalismo que está aí na mídia?

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Comunique-se

Vale como dica para estudantes de Jornalismo, Publicidade, RP, Administração, etc… Entrem no site do Comunique-se! Lá você encontrará dicas sobre vários assuntos, comentários e até mesmo sugestões de cursos para fazer aqui em Belo Horizonte/MG. O cadastro no site é gratuito e dá acesso, inclusive, a vagas de emprego.

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